terça-feira, 14 de julho de 2009

tentando voltar

sumi do blog, na verdade eu achei que nem ia mais voltar...
mas voltei, que dizer acho que voltei
cara essa semana foi tensa! simplesmente atolada de coisa pra fazer.
pra começar sexta feira eu acordei achando que eu ia virar um lobisomem de tão quente, nem fui pra escola. Mas mesmo assim de noite eu tive uma apresentação nun evento de dança aqui do ES(o ENESDANÇA). Sabe aquele negocio mo responsa de jurado te olhando e ter que levar o nome de escola e tudo mais... então. Eu estava pouco nervosa como vocês podem imaginar.
Ainda bem que deu tudo certo (ou melhor quase tudo) e a gente acabou até aparecendo no jornal local (sinal de que eles gostaram eu penso).
Bom sábado eu tive prova de manha e de tarde, e domingo também....
olha que legal... eu não tive final de semana. Que beleza!
Domingo pra não dizer que o finds foi um desastre eu fui ver a peça Doce Deleite do Gianechini.
Minha Nossa senhora! Que Homem! A coxa dele é do tamanho da minha cintura... sem brincadeira! Adooorei!
Ahhh... já ia esquecendo... Domingo eu vou assistir a Bela e a Fera!!!
uhul! to muito feliz!!!
Vocês não tem noção de quanto eu enchi o saco da minha mãe pra ir nessa peça!
Acho que é isso... já falei de mais (e só bobagem nÉ??).
Assim que eu entrar de ferias eu volto aqui... hoje foi só passadinha rápida pra dizer que eu não desisti daqui.
Beijos!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Criança, eu???

Na minha aula de Jazz, algumas meninas da faixa etária de 14,15 anos estavam acusando de infantis e retardas as fãs estéricas de astros da Disney. Eu que adoro qualquer musica que me remeta a alguma imagem ou sentimento que eu admiro e principalmente que me lembre o universo infantil ou pré adolescente, me senti a mais deslocada das criaturas.
na hora eu não disse nada em minha defesa e na defesa dos meus astros puros e castos (devia ter dito né... aff... mas agora já passou...) mas no fundo eu fiquei pensando. Quem são elas pra julgar algum gosto infantil ou não?
serio, se eu gosto de JB, de Taylor Swift ou se eu acho um garoto bonito porque ele me passa a imagem de menino certinho eu não sou mais ou menos evoluída que ninguém não é?
o pior de tudo que as mesmas meninas, que se julgam tão mocinhas, estavam no colégio usando a mesma roupa (sériooo... e não era uniforme ), o mesmo estilo de cabelo (alias, alguém me explica porque a maioria absoluta das meninas da idade e "classe social" delas usam o cabelo liso e jogado meio de lado?).... afinal. estavam a cara das popularzinhas de hight school music.
No final das contas, a gente pode julgar a infantilidade alheia sendo nos mesmos tão infantis quanto? Acho que não né, o nome disso é hipocrisia ou eu que estou exagerando?
Táaa que eu faço questão de ser, em alguns aspectos, bem criançona (é síndrome de Peter Pan..kkkk) mas é meu jeito. Ninguém sinceramente tem nada a ver com isso.
Até por que não tem critério nenhum pra saber se uma pessoa é madura ou não. E o pior, muita gente que só se faz de mocinha por puro medo de ser considerado criança. Eu não... to nem ai.... achem o que quiser de mim... eu sou assim mesmo e não pretendo mudar (não nesse aspecto pelo menos).

domingo, 21 de junho de 2009

temos mesmo que escolher?

Segunda feira eu fui fazer teste vocacional e estou esperando até agora o resultado. Como dá pra imaginar eu estou curiosíssima. Mas este post não tem nada a ver com curiosidade e sim com escolhas.
Bom, eu achei até meio irônico que antes um pouco de ir para a consulta com a orientadora vocacional eu estava lendo um livro chamado Ramar (eu sei, vocês nunca ouviram falar nesse livro.. mas ele existe.) que discutia exatamente isso: por que deixamos que as pessoas ao nosso redor influenciem tanto nas escolhas que deveriam ser pessoais?

É engraçado quando a gente pensa que alguém que mal nos conhece pode entender mais sobre em que profissão a gente se daria bem do que nos mesmos. Mas as vezes a gente precisa que alguém nos ajude a compreender nosso próprio ser. Por que assim, sabendo o que queremos de verdade, podemos fazer nossas escolhas.
Por exemplo: A orientadora vocacional aplica testes que me ajudam a perceber onde eu sou melhor e dá as dicas de profissões ligadas, mas a escolha continua sendo minha de aceitar isso ou não.
Por mais que as pessoas ao nosso redor nos ajudem a escolher tem hora (e isso é a maioria das escolhas) que a gente vai ter que fazer isso sozinho.
E não tem jeito: A gente tem que escolher tudo a toda hora . Toda nossa vida é fruto das nossas escolhas.
As vezes a gente nem sabe que está escolhendo. O nosso subconsciente já fez a escolha sem nem percebemos e fica lá esperando que nós a percebamos. Acontece isso toda hora, só que a gente nem repara. E acha que do nada as coisas aconteceram, mas na verdade foram somente fruto das nossas escolhas. Por exemplo, você já se viu tentando se auto boicotar pra não ter que fazer alguma coisa que você tem que fazer e não está com vontade? Então... é o nosso subconsciente escolhendo por conta própria.
Só que, claro, a gente não está preso as escolhas do subconsciente, até essas próprias a gente pode escolher seguir ou não. Se não toda preguiça vai ser desculpada por escolhas do subconsciente. E ai não vai dar certo não é?
Escolher, algumas vezes pode parecer chato (aiii...por que a gente não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo? ia poupar tanto esforço...) mas escolher é uma coisa maravilhosa! por que só assim a gente pode controlar nossa vida e fazer dela o que a gente quer. Ou seja só escolhendo podemos realmente dizer que somos livres.

Então é isso: só praticando que a gente aprende a escolher o melhor... então fazer o que né??
é praticar e pronto.

terça-feira, 16 de junho de 2009

vermelha ou azul?

Sábado eu e minha irmã assistimos o filme Matrix (nossa que informação relevante!) e tem uma parte do filme que ele tem que escolher entre um pílula vermelha que lhe contará toda a verdade e que leva a um caminho irreversível, ou uma pílula azul que o fará esquecer de tudo e continuar vivendo num mundo de sonhos. No final do filme minha irmã me perguntou qual das pílulas eu tomaria e eu respondi sem esitar que a azul (mas é claro que eu só respondi isso porque eu já tinha visto o que ia acontecer e os problemas todos envolvidos, porque no momento eu provavelmente me renderia a curiosidade de descobrir a verdade. mesmo que desse merda.)

Antes de vocês acharem que eu não tenho espírito aventureiro (e eu não tenho mesmo, diga-se de passagem) eu escolheria a pílula azul por um simples motivo.

As vezes a ignorância é a melhor forma de não nos decepcionarmos. Ou seja sermos burricos em algumas áreas as vezes só nos faz bem.

Vou dar um exemplo: Você já ouviu alguma musica estrangeira (que você não entende uma virgula da letra) que o ritmo é ótimo e quando você vai ler a tradução você não entende uma palavra do que a musica quis dizer? A letra parece um bando de informação esquisita que não combina nada com toda a poesia do ritmo. Então, taí uma serventia pra ignorância. O problema é só quando os outros (que intendem a letra) vão ficar olhando pra você com cara de "o que ela viu nessa musica nonsense?". Mas pelo menos você com você mesmo está feliz.

Outro exemplo: Se você ficar pensando nos seus conhecimentos sobre o que pode estar "escondido" em alimentos industrializados você vai come-los com a mesma vontade que um ignorante da área? Ou sobre como quanto microrganismos estão envolvidos no processo de preparo de um certo prato. Você vai ficar feliz em comer alguma coisa que você sabe que pode estar suja? Mesmo que seja o prato mais delicioso do mundo, as vezes saber demais nos faz ser mais "nojentos".

Táa eu concordo que não se deve estagnar na ignorância, mas as vezes saber demais torna-se um fardo. O ideal e saber na medida certa. E principalmente saber quando usar o seu conhecimento pra não enlouquecer ou virar um chato.

Não dá pra viver no mundo dos sonhos né, mas bem que eu queria...
E você o que voce escolheria?

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Além do arco iris...

Além do arco íris, pode ser que alguém veja em meus olhos o que eu não posso ver...
Eu sempre achei irritante aquelas pessoas que se fazem de coitadinhos só pra serem elogiadas. Sabe, aquele tipo de pessoa que faz alguma coisa realmente bem feita e fica cheia de "aii tá horrível" só pra você ficar insistindo no elogio. Tá uma coisa é ser modesta, outra é não se reconhecer.

Táa vou admitir que as vezes eu também peco nesses aspecto. Mas quem não faz isso né??Na maioria das vezes eu não faço isso por mal. Acho que ninguém faz... mas mesmo assim é irritante.

Bom, eu também caio em tentação de fazer um charminho proposital de vez enquanto ... sabe ouvir que as pessoas gostam do que você faz é sempre muito bom. Não conheço ninguém que não goste de uma elogio sincero (porque se for só pra iludir as palavras "pra agradar" machucam mais do que se o individuo ficasse calado).

Tipo as vezes é preciso que alguém venha e diga que você é especial pra você perceber o que você nunca reparou. Tem gente que se ama tanto que não precisa disso né?? mas nem todo mundo é assim, ou melhor muita gente não é assim.

Tem aqueles (me incluo nesses) que ás vezes se esquecem que são importante. Ai que entra os amigos, a família e etc (se é que vocês entendem esse etc. Arianne e Julia vão entender... hasuhahs) pra te levantar quando você acha que você não é mais útil pro mundo.
Eu tenho sorte de estar cercada dessas pessoas prontas pra te ajudar quando o mundo todo parace que tá querendo destruir uns aos outros pra garantir os interesses do seu proprio ego.

Acho que é isso... já falaei demais, já falei besteira... tá na hora de ficar quieta.
Com diz o Tambor (coelhinho do Bambi)

" Quando não tiver nada de bom pra dizer então não diga nada".

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Fuga

Sexta feira eu irei apresentar uma dança entitulada A Fuga. Daí a coreografa pediu que a gente pensasse em alguma coisa da qual a gente queira fugir.

Ahhh... Tem tanta coisa que me faz querer correr.
Vestibular virar
ENEM é uma delas. Mas deixá pra lá... que não quero dar uma de pré vestibulanda neurótica (coisa que eu to longe de ser).

Mas voltando ao assunto...


Do que eu quero fugir? Quero fugir de mim mesma.
Fugir do meus defeitos. Da minha auto-critica massacraste. Do meus medos... Eu quero fugir da realidade. Das noticias ruins que estampam nossos jornais. Quero fugir do comodismo e das explicações chulas que eu invento pra me auto bloquear.

Quero chegar mais perto da verdade. Quero aprender a trazer as pessoas pra perto de mim (E não fugir delas como eu estava acostumada a fazer.). Quero correr em direção a felicidade e fazer desse caminho uma vitoria constante. Não apenas ao cruzar a linha de chegada.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

crescer...

"Suponhamos, pois , que a mente é, como dissemos , um papel em branco, desprovido de todos os caracteres, sem quaisquer ideias; como ela será suprida? De onde lhe provém este vasto estoque, que a ativa e que a ilimitada fantasia do homem pintou nela com uma variedade quase infinita? De onde apreende todos os materiais da razão e do conhecimento? A isso respondo, numa palavra, da experiência."

Todos crescemos. Não tem jeito. o tempo passa pra todos.
Porém nem sempre aproveitamos o tempo corretamente. As vezes esquecemos de aprender com as experiências que o crescer nos proporcionas. Ou pior deixamos a vida passar sem se agarrar as oportunidades que nos são dadas.

Mas a vida dá um jeito de nos ensinar. Provavelmente algum dia a gente vai ser forçado a sair de nossa redoma e aprender algo novo. Todo dia é assim, só que tem vezes que o desafio é maior. Ás vezes, devemos lutar contra o comodismo pra mudar a nos mesmo.

É difícil, eu sei, mas quando se vence um desafio a sensação de dever cumprido é maravilhosa. Então nada melhor do que se libertar da condição atual, de evoluir e ser melhor a cada dia.

Ehhh.... eu tenho que sair da minha redoma, deixar que as esperiências preencham o livro da minha vida.

Tenho que arrumar forças e sair do comodismo... Ai meu Deus.. será que eu consigo??

Bom, é como meu pai me disse: lembre-se de respirar e seguir em frente. Se você conseguiu a nascer vai conseguir agora também.